Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas,assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém,temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos,porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades,mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa,você precisa em primeiro lugar, não precisar dela.Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama)e que não quer nada com você, definitivamente,não é o homem ou a mulher de sua vida.Você aprende a gostar de você, a cuidar de você,e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
Gabrielle Furshimann
terça-feira, 6 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Voltando a Postar no Blogger já estava com saudade de tudo isso !!
Porquê que as pessoas continuam a viver no passado, e mais no presente dos outros, e insistem em serem o que já não são na vida das pessoas. É tão difícil assim virar a página da vida... as pessoas buscam sempre a felicidade nos sítios errados, não está na casa do vizinho que comprou casa nova, e só por isso, e porque ele sorri a toda a hora, vou comprar também,nem nas férias que não posso pagar,mas pago a prestações só para dizer que sou chique. Quando é que as pessoas deixam de viver de aparências? Quando é que se aceitam acima de tudo e seguem a sua vidinha quando um determinado ciclo acabou? Quando é que deixam de se prender em mesquinharias? A vida são dois dias, e como costumo dizer um já passou, e se não correr, o outro também passa, e no futuro apenas vão ficar as lamentações de não o ter vivido. Há momentos, pessoas que nos caiem aos trambolhões pela vida dentro, e tantas vezes sem nos conhecerem bem nos arrancam sorrisos do rosto, e nos dão momentos preciosos que não voltam a repetir-se, há que aproveita-los bem quando isso acontece, em todas as áreas da vida, seja pessoal, profissional, ou outra qualquer. Não adianta andar a pensar num passado que já lá vai e não move mais o moinho que um dia moveu, nem traz de volta as emoções, que por mais maravilhosas que tenham sido, já não se voltam a sentir, para isso, resta a saudade, mas convém não nos perdermos nela. Embora, certas viagens ao passado, às vezes, até saibam bem. Fazem parte de alguém que já não somos nós, porque na época detínhamos menos conhecimentos e sobre nós mesmos, sabíamos menos sobre as nossas próprias emoções, e tínhamos uma reacção diferente do que aquela que teríamos hoje perante uma situação semelhante. O que está feito, está feito! Agora é seguir em frente. E é frustrante quando tentamos seguir em frente, e alguém que já consideramos passado ainda nos ronda como um predador. Fui eu que fiquei moderna! Desde quando ser feliz é ser moderna? Porra, cresce e aparece, como diz o outro. É como lutar numa guerra que já não é nossa. Em que já não queremos nem ganhar nem perder. Simplesmente já não faz sentido continuar naquele caminho…
Gabrielle Furshimann
Porquê que as pessoas continuam a viver no passado, e mais no presente dos outros, e insistem em serem o que já não são na vida das pessoas. É tão difícil assim virar a página da vida... as pessoas buscam sempre a felicidade nos sítios errados, não está na casa do vizinho que comprou casa nova, e só por isso, e porque ele sorri a toda a hora, vou comprar também,nem nas férias que não posso pagar,mas pago a prestações só para dizer que sou chique. Quando é que as pessoas deixam de viver de aparências? Quando é que se aceitam acima de tudo e seguem a sua vidinha quando um determinado ciclo acabou? Quando é que deixam de se prender em mesquinharias? A vida são dois dias, e como costumo dizer um já passou, e se não correr, o outro também passa, e no futuro apenas vão ficar as lamentações de não o ter vivido. Há momentos, pessoas que nos caiem aos trambolhões pela vida dentro, e tantas vezes sem nos conhecerem bem nos arrancam sorrisos do rosto, e nos dão momentos preciosos que não voltam a repetir-se, há que aproveita-los bem quando isso acontece, em todas as áreas da vida, seja pessoal, profissional, ou outra qualquer. Não adianta andar a pensar num passado que já lá vai e não move mais o moinho que um dia moveu, nem traz de volta as emoções, que por mais maravilhosas que tenham sido, já não se voltam a sentir, para isso, resta a saudade, mas convém não nos perdermos nela. Embora, certas viagens ao passado, às vezes, até saibam bem. Fazem parte de alguém que já não somos nós, porque na época detínhamos menos conhecimentos e sobre nós mesmos, sabíamos menos sobre as nossas próprias emoções, e tínhamos uma reacção diferente do que aquela que teríamos hoje perante uma situação semelhante. O que está feito, está feito! Agora é seguir em frente. E é frustrante quando tentamos seguir em frente, e alguém que já consideramos passado ainda nos ronda como um predador. Fui eu que fiquei moderna! Desde quando ser feliz é ser moderna? Porra, cresce e aparece, como diz o outro. É como lutar numa guerra que já não é nossa. Em que já não queremos nem ganhar nem perder. Simplesmente já não faz sentido continuar naquele caminho…
Gabrielle Furshimann
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